terça-feira, fevereiro 11, 2020

Consagração a Nossa Senhora

Grotte de Massabielle, Lourdes, France
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Recebi a graça de ser consagrada a Nossa Senhora logo no dia do meu batizado. O nosso vigário decidiu me consagrar à Virgem Maria, ele mesmo chamou uma de minhas tias que estavam presentes para ser minha madrinha de Consagração. Sou-lhe gratíssima. Minha mãe contava isso emocionada. Ultimamente, venho percebendo a importância e a eficácia deste ato, embora não seja um sacramento oficial da Igreja Católica.
Andei lendo bastante e aprendi que podemos, devemos mesmo, renovar a Consagração tantas vezes quanto quisermos, sendo recomendado fazê-lo uma vez por ano. No meu caso, em particular, é bom que eu manifeste minha própria vontade de renovar, já que da primeira vez era apenas uma recém-nascida.
« Jésus-Christ notre Sauveur, vrai Dieu et vrai homme, doit être la fin dernière de toutes nos autres dévotions: autrement elles seraient fausses et trompeuses. » (Traité de la Vraie Dévotion à la Sainte Vierge) Consagrando-me, “prometo a Maria recorrer filial e constantemente a ela e viver em uma habitual dependência dela para chegar a uma união mais íntima com Nosso Senhor e, por ele, com a Santíssima Trindade presente em nós”
O método clássico recomenda uma preparação espiritual prévia à Consagração ou renovação dela. Sem saber, estive-me preparando – sendo preparada, quem sabe? – para esta renovação, nos últimos anos, sobretudo nos últimos meses; certamente, guiada pela doçura da Santíssima Virgem, agindo suavemente, como mãe zelosa. Li muito sobre “o mistério da fé”, escrevi minhas conclusões e dúvidas sobre os ensinamentos da Igreja Católica. Recebi consolos inesperados...
Achei na web o Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, de São Luís Maria Grignion de Montfort, em francês, e fiz uma leitura preparatória (Traité de la Vraie Dévotion à la Sainte Vierge). Recomenda-se escolher uma data mariana. Minha padroeira é Nossa Senhora do Carmo, mas 16 de julho está longe para a minha pressa em agradecer à Santíssima Virgem. Vou renovar no dia de Nossa Senhora de Lourdes. Meus pais se casaram em 11 de fevereiro, vou homenageá-los ao mesmo tempo.
Na cidade onde moro, acrescido o fato de estarmos no inverno, é difícil encontrar padres disponíveis para testemunhar minha renovação. De qualquer forma, testemunhas não são obrigatórias. Então, fica aqui registrado meu ato renovado de Consagração a Nossa Senhora.
« Tuus totus ego sum, et omnia mea tua sunt: Je suis tout à vous, et tout ce que j'ai vous appartient, ô mon aimable Jésus, par Marie, votre sainte Mère. »
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domingo, fevereiro 09, 2020

O Milagre do Sol

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- Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
O milagre do sol ocorrido a 13 de outubro de 1917, em Fátima, Portugal, pode até ter alguma explicação científica – dizem que pode ter sido um parélio de forte intensidade – mas como explicar a previsão do evento, com meses de antecedência, por aquelas crianças?
Testemunhos não faltam. Crédulos e incrédulos, pobres e ricos, sábios e ignorantes presenciaram o fenômeno que aterrorizou em torno de 70 mil pessoas, reunidas no local, justamente para ver o sinal extraordinário que fora anunciado e marcado para acontecer naquele dia, para que todos pudessem crer nas aparições. Muitos se converteram e houve curas comprovadas por médicos; há vários relatos dos acontecimentos, por escrito, que foram divulgados em jornais da época e em livros.
A documentação sobre as aparições de Fátima e suas repercussões na história da humanidade é farta. Ao final deste texto, há alguns links muito interessantes que registram esses acontecimentos memoráveis, que impressionaram e ainda impressionam o mundo inteiro.
De minha parte, venho, fervorosamente, infinitamente grata pela graça de acreditar e de estar sempre em processo ativo de conversão, ecoar mais uma vez as recomendações de Nossa Senhora para oração e penitência, em ato de reparação pelos pecados com que Deus é ofendido e pelos ultrajes cometidos contra o dulcíssimo Imaculado Coração de Maria, suplicando pela conversão dos pecadores.
Quero, também, repetir as lindas palavras do Papa João Paulo II, por ocasião da Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, em 25 de março de 1984, juntando-me a esse “Ato de Entrega do mundo e dos Povos”, que tantas graças receberam por Seu intermédio.
Ato de Entrega – 25 de Março de 1984
A família é o coração da Igreja. Eleve-se hoje deste coração um acto de particular entrega ao Coração da Mãe de Deus. No Ano Jubilar da Redenção queremos confessar que o Amor é maior que o pecado e que todos os males que ameaçam o homem e o mundo. Com humildade invocamos este Amor:
1. “À vossa protecção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus”!
Ao pronunciar estas palavras da antífona com que a Igreja de Cristo reza há séculos, encontramo-nos hoje diante de Vós, ó Mãe, no Ano Jubilar da nossa Redenção.
Estamos aqui unidos com todos os pastores da Igreja por um vínculo particular, pelo qual constituímos um corpo e um colégio, do mesmo modo que os Apóstolos, por vontade de Cristo, constituíram um corpo e um colégio com Pedro. No vínculo desta unidade, pronunciamos as palavras do presente Acto, no qual desejamos incluir, uma vez mais, as esperanças e as angústias da Igreja pelo mundo contemporâneo. Há quarenta anos atrás, e depois ainda passados dez anos, o Vosso servo o Papa Pio XII, tendo diante dos olhos as dolorosas experiências da família humana, confiou e consagrou ao Vosso Coração Imaculado todo o mundo e especialmente os Povos que, pela situação em que se encontram, são particular objecto do Vosso amor e da Vossa solicitude.
É este mundo dos homens e das nações que nós temos diante dos olhos também hoje: o mundo do Segundo Milénio que está prestes a terminar, o mundo contemporâneo, o nosso mundo! A Igreja, lembrada das palavras do Senhor: “Ide… e ensinai todas as nações… Eis que eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mt. 28, 19-20), reavivou, no Concilio Vaticano Segundo, a consciência da sua missão neste mundo.
Por isso, ó Mãe dos Homens e dos povos, Vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, Vós que sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, que abalam o nosso mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos directamente ao Vosso Coração; e abraçai, com o amor da Mãe e da Serva do Senhor, este nosso mundo humano, que Vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos. De modo especial Vos entregamos e consagramos aqueles homens e aquelas nações, que desta entrega e desta consagração têm particularmente necessidade.
“À Vossa protecção nos acolhemos Santa Mãe de Deus!” Não desprezeis as nossas súplicas que a vós elevamos, nós que estamos em provação!
2. Encontrando-nos hoje diante de Vós, Mãe de Cristo, diante do Vosso Coração Imaculado, desejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos com a consagração que, por nosso amor, o Vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: “Por eles eu consagro-me a Mim mesmo – foram as suas palavras – para eles serem também consagrados na verdade (Jo. 17,19).
Queremos unir-nos ao nosso Redentor, nesta consagração pelo mundo e pelos homens, a qual, no seu Coração divino, tem o poder de alcançar o perdão e de conseguir a reparação.
A força desta consagração permanece por todos os tempos e abrange todos os homens, os povos e as nações; e supera todo o mal, que o espírito das trevas é capaz de despertar no coração do homem e na sua história, e que, de facto, despertou nos nossos tempos.
Oh! quão profundamente sentimos a necessidade de consagração, pela humanidade e pelo mundo: pelo nosso mundo contemporâneo, em união com o próprio Cristo! Na realidade, a obra redentora de Cristo deve ser pelo mundo participada por meio da Igreja.
Manifesta-o o presente Acto da Redenção; o Jubileu extraordinário de toda a Igreja.
Sede bendita, neste Ano Santo, acima de todas as criaturas, Vós, Serva do Senhor, que obedecestes da maneira mais plena ao chamamento divino! Sede louvada, Vós que estais inteiramente unida à consagração redentora do Vosso Filho! Mãe da Igreja! Iluminai o Povo de Deus nos caminhos da fé, da esperança e da caridade! Iluminai de modo especial os povos dos quais esperais a nossa consagração e a nossa entrega. Ajudai-nos a viver na verdade da consagração de Cristo pela inteira família humana do mundo contemporâneo.
3. Confiando-Vos, ó Mãe, o mundo, todos os homens e todos os povos, nós vos confiamos também a própria consagração do mundo, depositando-a no Vosso Coração materno.
Oh, Coração Imaculado! Ajudai-nos a vencer a ameaça do mal que tão facilmente se enraíza nos corações dos homens de hoje e que, nos seus efeitos incomensuráveis, pesa já sobre a nossa época e parece fechar os caminhos do futuro!
Da fome e da guerra livrai-nos!
Da guerra nuclear, de uma autodestruição incalculável e de toda a espécie de guerra, livrai-nos!
Dos pecados contra a vida do homem desde os seus primeiros instantes, livrai-nos!
Do ódio e do aviltamento da dignidade dos filhos de Deus, livrai-nos!
De todo o género de injustiças na vida social, nacional e internacional, livrai-nos!
Da  facilidade em calcar aos pés os mandamentos de Deus, livrai-nos!
Da tentativa de ofuscar nos corações humanos a própria verdade de Deus, livrai-nos!
Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos!
Dos pecados contra o Espírito Santo, livrai-nos, livrai-nos!
Acolhei, ó Mãe de Cristo, este clamor carregado de sofrimento de todos os homens! Carregado do sofrimento de sociedades inteiras!
Ajudai-nos com a força do Espírito Santo a vencer todos os pecados: o pecado do homem  e o "pecado do mundo", enfim, o pecado em todas as suas manifestações. Que se revele, uma vez mais, na história do mundo a infinita potência salvífica da Redenção: a força infinita do Amor Misericordioso!    Que ele detenha o mal! Que ele transforme as consciências! Que se manifeste para todos, no Vosso Coração Imaculado, a luz da Esperança!
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segunda-feira, fevereiro 03, 2020

L’Eucharistie – l’Alliance nouvelle et éternelle

In English
Em português

Depuis la naissance de l'Enfant Jésus, on entrevoit un aperçu de ce qui va arriver. « Une préfiguration s'y est manifestée, par le fait que l'enfant Jésus est venu au monde dans une étable et a été placé dans une crèche (mangeoire). La mangeoire est l'endroit où on met la nourriture pour les animaux. Nous ne sommes rien d'autre que des animaux dans une grande étable et Il est venu pour être notre Aliment le plus spécial, dans l'Eucharistie, afin que nous puissions avoir la Vie Éternelle. » (3)
L’important document du Pape Benoît XVI explique très bien l’Eucharistie : Eucharistie, mystère à croire.
Mais rien de mieux que la Parole de Dieu, Lui-même; Le Christ a dit clairement, dans Jean 6, 27-59 : « 6:27 Travaillez, non pour la nourriture qui périt, mais pour celle qui subsiste pour la vie éternelle, et que le Fils de l'homme vous donnera; car c'est lui que le Père, que Dieu a marqué de son sceau. 6:28 Ils lui dirent: Que devons-nous faire, pour faire les œuvres de Dieu? 6:29 Jésus leur répondit: L'œuvre de Dieu, c'est que vous croyiez en celui qu'il a envoyé. 6:30 Quel miracle fais-tu donc, lui dirent-ils, afin que nous le voyions, et que nous croyions en toi? Que fais-tu? 6:31 Nos pères ont mangé la manne dans le désert, selon ce qui est écrit: Il leur donna le pain du ciel à manger. 6:32 Jésus leur dit: En vérité, en vérité, je vous le dis, Moïse ne vous a pas donné le pain du ciel, mais mon Père vous donne le vrai pain du ciel; 6:33 car le pain de Dieu, c'est celui qui descend du ciel et qui donne la vie au monde. 6:34 Ils lui dirent: Seigneur, donne-nous toujours ce pain. 6:35 Jésus leur dit: Je suis le pain de vie. Celui qui vient à moi n'aura jamais faim, et celui qui croit en moi n'aura jamais soif. 6:36 Mais, je vous l'ai dit, vous m'avez vu, et vous ne croyez point. 6:37 Tous ceux que le Père me donne viendront à moi, et je ne mettrai pas dehors celui qui vient à moi; 6:38 car je suis descendu du ciel pour faire, non ma volonté, mais la volonté de celui qui m'a envoyé. 6:39 Or, la volonté de celui qui m'a envoyé, c'est que je ne perde rien de tout ce qu'il m'a donné, mais que je le ressuscite au dernier jour. 6:40 La volonté de mon Père, c'est que quiconque voit le Fils et croit en lui ait la vie éternelle; et je le ressusciterai au dernier jour. 6:41 Les Juifs murmuraient à son sujet, parce qu'il avait dit: Je suis le pain qui est descendu du ciel. 6:42 Et ils disaient: N'est-ce pas là Jésus, le fils de Joseph, celui dont nous connaissons le père et la mère? Comment donc dit-il: Je suis descendu du ciel? 6:43 Jésus leur répondit: Ne murmurez pas entre vous. 6:44 Nul ne peut venir à moi, si le Père qui m'a envoyé ne l'attire; et je le ressusciterai au dernier jour. 6:45 Il est écrit dans les prophètes: Ils seront tous enseignés de Dieu. Ainsi quiconque a entendu le Père et a reçu son enseignement vient à moi. 6:46 C'est que nul n'a vu le Père, sinon celui qui vient de Dieu; celui-là a vu le Père. 6:47 En vérité, en vérité, je vous le dis, celui qui croit en moi a la vie éternelle. 6:48 Je suis le pain de vie. 6:49 Vos pères ont mangé la manne dans le désert, et ils sont morts. 6:50 C'est ici le pain qui descend du ciel, afin que celui qui en mange ne meure point. 6:51 Je suis le pain vivant qui est descendu du ciel. Si quelqu'un mange de ce pain, il vivra éternellement; et le pain que je donnerai, c'est ma chair, que je donnerai pour la vie du monde. 6:52 Là-dessus, les Juifs disputaient entre eux, disant: Comment peut-il nous donner sa chair à manger? 6:53 Jésus leur dit: En vérité, en vérité, je vous le dis, si vous ne mangez la chair du Fils de l'homme, et si vous ne buvez son sang, vous n'avez point la vie en vous-mêmes. 6:54 Celui qui mange ma chair et qui boit mon sang a la vie éternelle; et je le ressusciterai au dernier jour. 6:55 Car ma chair est vraiment une nourriture, et mon sang est vraiment un breuvage. 6:56 Celui qui mange ma chair et qui boit mon sang demeure en moi, et je demeure en lui. 6:57 Comme le Père qui est vivant m'a envoyé, et que je vis par le Père, ainsi celui qui me mange vivra par moi. 6:58 C'est ici le pain qui est descendu du ciel. Il n'en est pas comme de vos pères qui ont mangé la manne et qui sont morts: celui qui mange ce pain vivra éternellement. 6:59 Jésus dit ces choses dans la synagogue, enseignant à Capernaüm. »
Au dernier repas, Jésus a donné pouvoir aux apôtres de consacrer du pain et du vin afin que nous puissions manger Sa chair et boire Son sang - ainsi, il a institué le sacrement de l'Eucharistie (Matthieu 26: 17-30, Marc 14: 12-26, Luc 22: 7-39, Jean 17).
Lorsque nous recevons la Sainte Hostie, étant en mesure de le faire, évidemment, nous devenons le Tabernacle du Jésus vivant. C'est le sacrifice salvifique qui se répète à chaque consécration du pain et du vin. (1, 2)
L'importance de la communion ne se limite pas à notre salut personnel, en nous rendant aptes à la vie éternelle, mais nous participons également à la sanctification de l'Église, en communion avec tous ses membres. (1, 2)
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Liens connexes:
(3)  Un regard d’espoir

domingo, fevereiro 02, 2020

Eucharist – the new and eternal Covenant


Em português
En français
Since the birth of Jesus, there is already a glimpse of what would come. “A prefiguration was there in the fact that the baby Jesus came to the world in a stable and was placed in a manger. The manger is the place where we put the food for the animals. We are nothing more than animals in a great stable and He came to be our most special Food, in the Eucharist, so that we may have Eternal Life”. (3)
In a brilliant, very enlightening way, the document of Pope Benedict XVI tells us about the Eucharist: The Eucharist, a mystery to be believed.
But nothing like the Word of God, Himself; Christ spoke clearly, bluntly, in John 6, 27-59: “27 Do not work for the food that perishes, but for the food that endures to eternal life, which the Son of Man will give to you. For on him God the Father has set his seal.” 28 Then they said to him, “What must we do, to be doing the works of God?” 29 Jesus answered them, “This is the work of God, that you believe in him whom he has sent.” 30 So they said to him, “Then what sign do you do, that we may see and believe you? What work do you perform? 31 Our fathers ate the manna in the wilderness; as it is written, ‘He gave them bread from heaven to eat.’ ” 32 Jesus then said to them, “Truly, truly, I say to you, it was not Moses who gave you the bread from heaven, but my Father gives you the true bread from heaven. 33 For the bread of God is vhe who comes down from heaven and gives life to the world.” 34 They said to him, “Sir, give us this bread always.” 35 Jesus said to them, “I am the bread of life; whoever comes to me shall not hunger, and whoever believes in me shall never thirst. 36 But I said to you that you have seen me and yet do not believe. 37 All that the Father gives me will come to me, and whoever comes to me I will never cast out. 38 For I have come down from heaven, not to do my own will but the will of him who sent me. 39 And this is the will of him who sent me, that I should lose nothing of all that he has given me, but raise it up on the last day. 40 For this is the will of my Father, that everyone who looks on the Son and believes in him should have eternal life, and I will raise him up on the last day.” 41 So the Jews grumbled about him, because he said, “I am the bread that came down from heaven.” 42 They said, “Is not this Jesus, the son of Joseph, whose father and mother we know? How does he now say, ‘I have come down from heaven’?” 43 Jesus answered them, “Do not grumble among yourselves. 44 No one can come to me unless the Father who sent me draws him. And I will raise him up on the last day. 45 It is written in the Prophets, ‘And they will all be taught by God.’ Everyone who has heard and learned from the Father comes to me— 46 not that anyone has seen the Father except he who is from God; he has seen the Father. 47 Truly, truly, I say to you, whoever believes has eternal life. 48 I am the bread of life. 49 Your fathers ate the manna in the wilderness, and they died. 50 This is the bread that comes down from heaven, so that one may eat of it and not die. 51 I am the living bread that came down from heaven. If anyone eats of this bread, he will live forever. And the bread that I will give for the life of the world is my flesh.” 52 The Jews then disputed among themselves, saying, “How can this man give us his flesh to eat?” 53 So Jesus said to them, “Truly, truly, I say to you, unless you eat the flesh of the Son of Man and drink his blood, you have no life in you. 54 Whoever feeds on my flesh and drinks my blood has eternal life, and I will raise him up on the last day. 55 For my flesh is true food, and my blood is true drink. 56 Whoever feeds on my flesh and drinks my blood abides in me, and I in him. 57 As the living Father sent me, and I live because of the Father, so whoever feeds on me, he also will live because of me. 58 This is the bread that came down from heaven, not like the bread the fathers ate, and died. Whoever feeds on this bread will live forever.” 59 Jesus said these things in the synagogue, as he taught at Capernaum.”
At the last supper, Jesus gave power to the apostles to consecrate bread and wine so that we could eat his flesh and drink his blood - thus, He instituted the sacrament of the Eucharist (Matthew 26: 17-30, Mark 14: 12-26, Luke 22: 7-39, John 17).
When we receive the Sacred Host, being prepared to do so, obviously, we are the Tabernacle of the Living Jesus. It is the saving sacrifice that is repeated with each Consecration of bread and wine. (1)
The importance of the Eucharist is not limited only to our personal salvation, enabling us to eternal life, but we participate in the sanctification of the Church, in communion with all its members. (1)
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Related links:
(1) The Eucharist: basic questions and answers (this text clarifies many doubts about the Eucharist)