sexta-feira, junho 15, 2018

Coucou, les pères, c’est votre tour !


(Au Canada, on célèbre la fête des Pères le troisième dimanche de juin )
English version
 
Oui, c’est à leur tour – les papas – d’être la cible des hommages. Et ce n’est pas leurs conjointes, leurs belles-mères ou leurs beaux-pères qui ont la parole pour cette journée, pas non plus leurs mères ou leurs pères. C'est la voix des enfants que l'on veut écouter! Bien… tous ont un père, c’est vrai. C’est lui que l’on va fêter et, bien sûr, nous sommes tous dans le même panier. Allons enfants célébrer cette date !
Il y en a qui n’ont pas eu une bonne expérience avec leurs pères, c’est triste. Mais là c’est le moment de donner les bons exemples.
Moi, je suis une enfant d’antan déjà, si on peut le dire. Je suis venue au monde au milieu du siècle passé… Aïe! C’était dans le temps où le père avait le rôle de « pourvoyeur » et la mère restait à la maison. Mais mon papa était très présent, mes parents partageaient les responsabilités amoureusement, ils se respectaient mutuellement. Nous n’avons jamais témoigné une chicane entre eux; nous avons été chanceux aussi parce qu’ils ont été très exigeants avec nous. Mais cela devait être toujours de même pour tout le monde, le contraire n’est pas correct, à mon avis.
Le monde occidental a beaucoup changé. Le nombre de femmes qui travaillent en dehors du foyer a augmenté énormément, je dirais même qu’il n’y a presque plus des « femmes au foyer », une expression devenue pratiquement désuète. À l’exception de la période du congé de maternité, tous les deux, père et mère, sont présents à la maison – ou absents – pour une durée semblable. Alors, c’est juste qu’ils partagent les tâches domestiques et les activités avec les enfants et cela arrive de plus en plus souvent.
Cependant, nous sommes encore dans une phase de transition, les habitudes enracinées dans la société ne changent pas du jour au lendemain. Il faut être patient, tout le monde va s’adapter aux nouvelles exigences de la vie actuelle, les papas y compris. Inutile de les harceler, et surtout pas devant les enfants. Ceci est un manque de respect. Les enfants n’apprennent pas de la meilleure manière quand ils sont le pivot des chicanes. C’est par l’exemple que l’on a le bon apprentissage. Mes frères sont des pères extrêmement dévoués et je crois que l’exemple de mes parents y a joué un grand rôle, en plus de leur propre mérite, naturellement.
C’est aussi négatif de vouloir que les pères exécutent les tâches de la même façon que les mères. Chaque personne possède ses propres caractéristiques, agir autrement ne signifie pas que ce n’est pas correct, surtout si le résultat est aussi bon.
Laissons les papas tranquilles, encourageons les avec de beaux compliments pour leurs bonnes performances. Personne ne marche bien sous pression tout le temps. Le féminisme exagéré est contre-productif et va finir par éloigner les hommes qui pourraient être des alliés de la cause. Cela s’applique à toutes les échelles, au foyer aussi.
Vive les papas ! Bonne fête des Pères !

segunda-feira, junho 11, 2018

Canadá da cabeça aos pés



Para mim que venho de outras plagas, o padrão sazonal do Canadá é algo que impressiona muito e sempre dá o que falar, apesar de viver aqui já há tantos anos. Mas esse chover no molhado, ou melhor, nevar no gelado, não é exclusividade minha, o assunto é também recorrente entre os nativos, pois tudo depende das condições climáticas. Há outras coisas menos óbvias que isso, sobre as quais não se comenta quase nada, mas que são hábitos corriqueiros, muito interessantes, às vezes intrigantes.
Um costume muito prático e higiênico que existe aqui é o de retirar os sapatos, ao entrar em casa. Dessa maneira, as sujeiras que vêm da rua não tomam intimidade com a gente. E no inverno, então, o hábito é imprescindível para que a neve nas botas não provoque uma inundação, quando se derreter à calorosa acolhida. A maioria das moradas tem um cestinho com pantufas de tricô para oferecer aos visitantes. Eu mesma tenho algumas tricotadas por mim.
É sempre bom lembrar que minha experiência de Canadá vem das pequenas cidades do interior do país, na província do Québec, onde ainda não houve invasão massiva do multiculturalismo. Ainda sou peça rara nesses rincões, enquanto cidadã canadense originária de outro país. Meus contatos por aqui, na minha região, são todos quebequenses da gema, a começar pelo meu marido. Pode ser que nas cidades grandes, já repletas de imigrantes, os costumes estejam mudando, por influências externas. Eu não saberia dizer nada sobre isso.
Você já prestou atenção no gesto de cumprimentar dando beijinhos nas bochechas? Já reparou a que lado do rosto da outra pessoa você se dirige primeiro para beijar? Ninguém combina como fazer e a gente vai direitinho do lado certo, não é? Não, não é sempre assim quando estamos num outro país. Aí no Brasil, nós beijamos primeiramente a bochecha direita do outro, observe. Aqui no Québec, é o lado esquerdo do rosto o primeiro visado. Isso já me causou muitas hesitações, daquele mesmo tipo quando cruzamos com alguém no caminho e fazemos aquela dancinha involuntária, tentando não trombar um com o outro. O meu problema, agora, mudou de lado. É quando visito o Brasil que faço e levo as pessoas a fazerem a dança das cabeças. Quando começo a me habituar de novo com o gesto brasileiro, já está na hora de voltar para o Canadá e me confundir toda novamente.
Mas as diferenças não se resumem a beijinhos e pantufas, há incontáveis outras. Já que o Canadá costuma ser tão citado pelos brasileiros como bom exemplo e já que se tem falado muito da reforma trabalhista no Brasil, vamos ver como se descansa por aqui... Allez ! Au boulot ! Minha primeira experiência de trabalho no país veio com mais uma novidade: o cálculo das férias dos trabalhadores, bem diferente do que temos no Brasil. Acabei me acostumando, claro. No link ao final deste texto [1], encontram-se os detalhes para a província do Québec, se alguém se interessar (opção em inglês no alto, à direita). Há pequenas variações conforme a província, não muito significativas, a não ser para licença-maternidade, que não era o meu caso. Em resumo, o trabalhador tem direito a duas semanas de férias, após um ano de trabalho, com remuneração correspondente a 4% do salário anual (soma do que ganha durante um ano). Após 5 anos de trabalho e daí em diante, passa a ter direito a três semanas de férias, com remuneração de 6% do salário anual. Pronto, acabou. Se mudar de empresa, começa a contagem toda de novo.
E os feriados? São muito menos numerosos aqui e não tem aquela história de enforcar um dia e esticar até o fim de semana para fazer feriadão, não! Quando cai no meio da semana, há a opção (do empregador) de manter o feriado no seu dia mesmo ou transferi-lo para a sexta-feira ou para a segunda-feira seguinte – uma emendazinha, afinal ninguém é de ferro.
Muito interessante, vale mencionar, é que o pagamento das férias é chamado pela lei de “indemnité/indemnity” [2]. O termo usado é um remanescente de quando o trabalhador era pago por trabalhar em vez de tirar férias [4]. Ficou também um certo sentido de que parar de trabalhar é basicamente considerado como uma penalidade, com direito a indenização – na prática, obviamente, os trabalhadores se regozijam com as férias. Mas isso dá uma ideia de como é a noção do trabalho por aqui. E, realmente, a maioria das pessoas tem alguma tendência a ser workaholic.
Um exemplo dessa compulsividade está no fato de os estudantes trabalharem durante as férias do verão, mesmo os mais jovens. Lembram-se da filha do ex-presidente dos Estados Unidos, Obama, trabalhando numa lanchonete, notícia que fez manchete nos jornais brasileiros? Aqui no Canadá é assim também. Nos primeiros tempos, quando me mudei para cá, fomos almoçar em um restaurante e – surpresa! – uma sobrinha do meu marido estava trabalhando como garçonete. E ela era uma adolescente ainda, recentemente saída das fraldas... por assim dizer. Quando estão mais adiantados nos estudos, os estudantes preenchem vagas especiais previstas para eles nas empresas, permitindo maior flexibilidade para a marcação das férias dos empregados.
Como se pode ver, nem tudo é festa do lado de cá. E por falar em festa, para não sair à francesa [6], que é coisa de inglês, nem sair à inglesa [5], que é coisa de francês, vou ficando por aqui bem à brasileira, enviando beijinhos soprados nas mãos, dos dois lados, para vocês. Até a próxima vez.

Update 12/06/2018: acaba de ser aprovada a lei que permite 1 semana a mais de férias, após 3 anos de trabalho, ou seja, o trabalhador não precisará esperar 5 anos para tirar 3 semanas de férias.
Outras mudanças nas normas de trabalho também foram aprovadas.
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[1] La loi pour les vacances:

segunda-feira, maio 28, 2018

Même les roches poussent



« Il faut imaginer Sisyphe heureux. » Albert Camus
 
La danse de notre chère planète autour du Soleil se fait sentir plus intensément dans ces latitudes éloignées de l'équateur, comme ici au Québec, nous asservissant aux changements saisonniers. Gel-dégel, lumière et obscurité qui s'alternent chaque année, c'est notre réalité. Nous y pensons toujours, nous faisons nos projets en fonction de ce cycle. Même les émissions de télévision sont saisonnières ici, plusieurs ont une relâche pendant les cinq mois les plus chauds – moins froids, disons – tout simplement parce qu'il n’y aura pas d'audience, tout le monde est dehors.
Les gens sortent à la recherche du Soleil pendant les heures où ils ne travaillent pas. Le jardinage est l'activité la plus répandue. Et c'est une question d'honneur de garder les pelouses esthétiquement parfaites. L'un des sons d'été les plus entendus est celui des tondeuses à gazon.
En passant, laissez-moi vous dire que je ne me plains pas, car avec le temps glacial qui fait au Canada, la plupart de l'année, personne ne se plaint de l'été, et encore moins moi, avec ma « tropicalité » déjà un peu affaiblie.
Maintenant, au mois de mai, la nature s’est réveillée, la vie se manifeste partout. Tout germe, tout pousse, même les roches! 😊 Les agriculteurs doivent les retirer des champs chaque année, afin qu'elles n'entravent pas la plantation. Cela m'intrigue chaque fois que je les vois "récolter" des roches et me fait penser au mythe de Sisyphe de la mythologie grecque [1] et aux paroles du livre de la Genèse : C'est à la sueur de ton visage que tu mangeras du pain (Genèse 3:19). C'est un geste répétitif, comme un symbole de l'homme et son sort dans ce monde – et pas seulement l’être humain – comme un châtiment qu’il faut subir, la destinée d’accomplir des phases et des étapes dans un cercle vicieux.
Je n’étais pas habituée aux changements saisonniers si frappants. Je m’émerveille de ça et, en même temps, je m’étonne avec ces phénomènes dont je n’avais jamais soupçonné l’existence. Je me suis mise au courant de celui-là parce que j’habite à côté d’un champ de plantation et j’étais intriguée de voir les agriculteurs ramasser des roches. Les natifs de la région trouvent cela si banal que ce n’est même pas un sujet de conversation. Pour eux, cela n’a rien d’exceptionnel, c’est naturel qu’il y ait de nouvelles roches de différentes formes et grandeurs, à chaque printemps. Pour répondre à ma question, mon mari – un Québécois – m’a expliqué le phénomène comme quelqu’un qui parle d’un sujet trop évident.  
Je n'ai pas douté de ce qu'il a dit, mais je voulais une explication officielle, principalement pour être en mesure de l'enregistrer par écrit, avec une référence à consulter pour ceux qui pourraient lire mon texte. Ce n'est pas un thème facile à trouver sur le Web, j'avais déjà cherché de quoi de fiable et n'avais pas trouvé. Enfin, avec persévérance presque obstinée, je l'ai eu. L'audio et le texte disponibles sur le site Web ci-dessous (à la fin de ce texte), sont liés à l'Université de l'Indiana aux États-Unis – supposément crédible. Et c’est exactement ce que mon mari m’avait expliqué.
En résumé, les roches sont de meilleurs conducteurs de chaleur que le sol, de sorte qu’elles conduisent – retirent – la chaleur du sol plus chaud en dessous. Ce sol, rendu plus froid sous la roche, gèle donc avant la terre qui est à la même profondeur, autour de lui. Rappelons-nous que lorsque l'eau gèle, elle se dilate. Alors, quand l'eau dans le sol sous la roche gèle, elle se dilate et la pousse un peu vers le haut. Quand le sol dégèle, il reste un espace sous la roche qui se remplit de terre, de sorte qu’elle devient un peu plus haute. Au fil du temps, ce processus répété de congélation, d'expansion, d'impulsion vers le haut et de remplissage en dessous pousse finalement la roche à la surface.
Mais ce phénomène n’est qu’un détail. Ces temps-ci, le centre de nos attentions est le Soleil. Le 21 juin, il sera à la latitude nord maximale, le plus proche de nous qu'on peut l'avoir, le Tropique du Cancer, au sud de la Floride. C'est alors que nous aurons le plus long jour de l'année, le célèbre solstice d'été de l'hémisphère nord. S'il vous plaît, ne pensez pas que c'est de l'ostentation quand je parle de cet événement astronomique! Tout le monde le sait ici, ce sera quand les jours vont commencer à raccourcir 😱; il faut planifier notre vie en fonction des changements saisonniers.
Mais nous aurons encore de la chaleur et même de la canicule pendant les mois de juillet et d'août. À cette période de l'année, on se croirait à la plage; dès qu'ils arrivent du travail, les gens enfilent des vêtements légers, des sandales... et il y en a même qui se promènent en bikini. Cela ne prend pas longtemps et la peau devient rouge, mais personne ne s'en fiche. On pourrait croire que la mer est juste là, en tournant le coin de la rue. Mais non, la ville où je vis est bien à l'intérieur du pays.
Quinze jours au mois de juillet sont officiellement prévus pour les vacances du personnel de la construction – tous les travailleurs de tous les grades, directement ou indirectement impliqués dans la construction ou la rénovation de quelque chose, partent en vacances. En plus du volume de touristes venant de l'étranger, le nombre de personnes qui circulent à travers les villes se multiplie énormément. Tout est bondé! Festivals à profusion, spectacles, nombreuses activités de plein air... L'été explose en fête, c'est une euphorie généralisée.
Moi, j’ai succombé à la joie du jardinage, j’ai embarqué dans la passion de fleurir la vie. Ce n’est pas aussi efficace qu’écrire, mais une bonne thérapie quand même. Eh bien, mon jardin m’attend, je dois aller dehors, je vous laisse.
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Ci-dessous, le lien de l'Université de l'Indiana :
https://indianapublicmedia.org/amomentofscience/how-rocks-appear-your-garden/
Et pour découvrir pourquoi ces terres sont si rocheuses, jetez un coup d'œil à cette explication :
Voici d’autres textes que j’ai écrits au sujet des roches printanières, en portugais :
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[1] "Sisyphe" est un personnage de la mythologie grecque, condamné à rouler, avec ses mains, une grande roche jusqu'au sommet d'une montagne, et chaque fois qu'il approchait du sommet, la roche roulait de nouveau au point de départ, où il devait recommencer.

quinta-feira, maio 17, 2018

Até as pedras brotam


Como já tinha dito em outros dois textos que escrevi,
na primavera canadense, “tudo brota, tudo cresce, até mesmo as pedras! Os agricultores têm que retirá-las dos campos todos os anos, para não atrapalharem o plantio. Isso me intriga sempre que os vejo catando pedra e me faz lembrar do Mito de Sísifo.” [1] É um gesto tão simbólico quanto o outro, a sina do ser humano, e não só dele, de cumprir fases e etapas que se repetem viciosamente, como um castigo. Esse viver em ciclos é generalizado, mas é muito evidente para nós, nas latitudes mais distantes da linha do Equador.
Eu, que não estava acostumada a variações sazonais tão marcadas, fico maravilhada e, ao mesmo tempo, espantada com fenômenos que jamais pensei existirem. E só fiquei a par deste, porque moro ao lado de um campo de plantação e me intriguei vendo os agricultores fazendo essa “recolta” de rochas, todo ano. Os habitantes locais acham isso tão corriqueiro que não chega a ser assunto de conversa. Como perguntei ao meu marido, ele me explicou, naturalmente, como quem bebe um copo d’água.
Não que não tenha acreditado nele, mas queria uma explanação oficial, principalmente para poder registrar o fenômeno por escrito, com embasamento para consultar por quem porventura ler meu texto. Não é um assunto fácil de se achar na web, já tinha procurado algo que pudesse ser considerado confiável e não tinha encontrado. Finalmente, encontrei hoje.
O áudio e o texto disponibilizados no website abaixo (ao final deste), ligado à Universidade de Indiana, nos Estados Unidos - supostamente credível -, são em inglês. Então, resolvi traduzir. Abaixo, segue minha tradução, em itálico e em negrito. com adendos meus que não estão em itálico nem em negrito:
“Como rochas aparecem no seu jardim?
By Don Glass
Postado em 30 de março de 2012
Eu me pergunto quantos de nós, na primavera passada, preparamos nossos jardins para o plantio, presumindo que, no ano passado, tínhamo-nos livrado de todas as rochas. Há um grande monte delas empilhadas no canto do jardim. Certamente, agora está tudo limpo.
Espere aí! O que é isso ?! Uma grande pedra, e outra, e outra! De onde elas vieram? Algum menino levado enterrou um monte delas, para que eu as encontrasse nesta primavera? Bem, poderia ser isso, o 1° de abril (April Fool’s Day) não está muito longe. Mas, talvez, desta vez as crianças sejam inocentes.
Onde as rochas brotam?
Qualquer lugar que tenha invernos frios o suficiente para congelar o solo pode experimentar o aparecimento mágico de rochas vindo de baixo da superfície. Isso é tão comum no leste dos EUA que as rochas são chamadas de “batatas da Nova Inglaterra”.
Lembrando que o esfriamento do solo vai ocorrendo de cima para baixo.
Eis aqui o que faz essas pedras aparecerem misteriosamente. As pedras são melhores condutores de calor do que o solo, de modo que a pedra conduz – retira – calor do solo mais quente abaixo dela. Esse solo, tornado mais frio sob a rocha, congela, então, antes da terra que está na mesma profundidade, à sua volta.
Lembre-se que, quando a água congela, ela se expande. Então, quando a água no solo sob a rocha congela, ela se expande e empurra um pouco a rocha.
Quando o solo descongela, fica um espaço sob a pedra que se enche de terra, de modo que a pedra fica um pouco mais alta. No correr do tempo, esse repetido processo de congelamento, expansão, impulso para cima e preenchimento embaixo, por fim, empurra a rocha para a superfície.”
Abaixo, o link da Universidade de Indiana:
https://indianapublicmedia.org/amomentofscience/how-rocks-appear-your-garden/


Agora, para saber por que estes terrenos são tão cheios de rochas, deem uma olhada nesta explicação:
https://sites.williams.edu/geos101/new-england/geological-history-of-greenwich-ct/
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[1] “Sísifo” é um personagem da mitologia grega, condenado a rolar uma grande pedra com suas mãos até o cume de uma montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida, de onde ele tinha que recomeçar.